
Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, se reúne com o chanceler chinês, Wang Yi, em Pequim.
Via Reuters
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, iniciou uma visita a China nesta quarta-feira (6), onde se reuniu com o chanceler chinês, Wang Yi, em Pequim.
A viagem ocorre cerca de uma semana antes da ida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à capital chinesa para um encontro com Xi Jinping, marcado para os dias 14 e 15 de maio.
O encontro acontece em meio à escalada de tensões no Estreito de Ormuz, onde EUA e Irã realizaram ataques recentes enquanto disputam o controle da região. As ações colocaram em risco uma trégua considerada frágil.
Após os episódios, Trump afirmou que a Marinha americana ajudaria navios a atravessar o estreito, mas a operação foi suspensa após o republicano dizer que houve “grande progresso” nas negociações com Teerã.
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A China tem adotado uma postura neutra no conflito, ao mesmo tempo em que critica ataques à soberania iraniana e atua como mediadora. Pequim também tem defendido a manutenção do cessar-fogo e o fim das restrições no Estreito de Ormuz.
Segundo o governo americano, Xi também deve visitar Washington em uma data posterior, que ainda não foi acordada entre os dois países.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, também afirmou a jornalistas que Trump realizará uma reunião de gabinete na quinta-feira (26), na Casa Branca.
Trump e Xi Jinping se encontram em Busan, na Coreia do Sul, nesta quinta-feira (30).
Reuters/Evelyn Hockstein
Taiwan provavelmente será um dos temas da conversa entre os presidente, disse o secretário de Estado Marco Rubio.
Rubio afirmou, em coletiva na Casa Branca, que os Estados Unidos não precisam de nenhum evento desestabilizador em relação a Taiwan.
“Tenho certeza de que Taiwan será um tema de conversa; sempre é”, disse Rubio. “Acho que ambos os países entendem que não é do interesse de nenhum dos dois ver algo desestabilizador acontecer naquela parte do mundo. Não precisamos de eventos desestabilizadores em relação a Taiwan ou em qualquer lugar do Indo-Pacífico.”
*Com informações da Reuters.








